Como sua escola entra
Da demonstração ao ar em três passos.
Trocar de sistema de gestão assusta por um motivo legítimo: o histórico escolar de anos está lá dentro. Esta página explica exatamente o que acontece em cada etapa, o que fica sob nossa responsabilidade e o que você confere antes de virar a chave.
Veja com os próprios olhos
Demonstração ao vivo numa escola de exemplo completa — secretaria, financeiro, portal da família. Você navega e faz as perguntas difíceis; ninguém passa slide.
Migração por nossa conta
Alunos, turmas, histórico e financeiro saem do seu sistema atual com laudo de reconciliação registro a registro. Você confere antes de trocar de vez.
No ar, com a equipe treinada
Treinamos a sua equipe na virada. Os dados continuam sempre exportáveis e o contrato é claro, sem letra miúda.
O que é o laudo de reconciliação
"Migração incluída" é uma frase que quase todo fornecedor diz. A pergunta que importa é outra: como você prova que nada se perdeu no caminho?
No Escolia, a migração termina num documento de conferência. Ele compara, lado a lado, o que existia no sistema de origem e o que existe no Escolia depois da carga:
- Quantidade de alunos por situação (ativo, transferido, concluinte, cancelado).
- Turmas, séries e vínculos de matrícula por ano letivo.
- Lançamentos financeiros: em aberto, pagos, cancelados, e a soma de cada bloco.
- Notas, faltas e histórico escolar por aluno.
- A lista nominal do que não migrou automaticamente e o motivo de cada caso.
Esse último item é o que costuma faltar. Nenhuma migração real fecha em 100% no primeiro passe — há CPF duplicado, aluno sem data de nascimento, parcela sem vencimento. O laudo nomeia cada pendência para a secretaria decidir, em vez de deixar o problema aparecer seis meses depois, na hora de emitir um histórico.
A virada só é marcada quando a secretaria assina embaixo do laudo. Até lá, o sistema antigo continua sendo a fonte de verdade e o Escolia roda em paralelo, com os dados carregados, para conferência.
Quanto tempo leva
Depende de duas variáveis, e nenhuma delas é o tamanho da escola: de que sistema os dados estão saindo e quantos anos de histórico precisam vir junto.
Uma base que exporta em CSV limpo e leva só o ano letivo corrente é questão de dias. Uma base com dez anos de histórico, saindo de um sistema que não tem exportação documentada, exige leitura do banco de origem e leva mais. Na demonstração a gente olha o seu caso concreto e dá uma data, não uma faixa.
O que acontece no dia da virada
- Carga final. Roda uma última importação, para capturar o que se movimentou desde a carga de conferência. O laudo é regerado.
- Treinamento por função. Secretaria, financeiro e coordenação recebem treinamento separado — cada equipe vê as telas que vai usar de fato, não um tour genérico do sistema.
- Acompanhamento na primeira cobrança. O primeiro ciclo de mensalidade no sistema novo é o momento de maior risco. Ele é acompanhado de perto: geração das parcelas, envio, baixa automática e emissão das notas.
- Portal da família liberado depois. As famílias só recebem o acesso quando os números já foram conferidos pela escola. Ninguém descobre um erro de migração pelo pai do aluno.
Virar sistema no meio do fechamento de bimestre ou na semana da rematrícula é pedir para a equipe fazer duas coisas difíceis ao mesmo tempo. As melhores janelas costumam ser o recesso de julho e o intervalo entre o fim do ano letivo e o início da rematrícula.
Comece pela demonstração
Trinta a quarenta e cinco minutos, online, numa escola de exemplo completa. É onde a gente olha a sua base atual e diz o que a migração exige no seu caso.